E esse clipe novo da Céu, hein? Retrovisor.
Achei sereia. Achei cafona. Achei paetê. Achei domingo.
Achei beira de estrada. Achei carmim. Achei Carnaval. Achei ótimo.
E esse clipe novo da Céu, hein? Retrovisor.
Achei sereia. Achei cafona. Achei paetê. Achei domingo.
Achei beira de estrada. Achei carmim. Achei Carnaval. Achei ótimo.
Quem ama o brega, a cafonice, a jarra no formato de abacaxi, a cueca no coador de café e o beijo no coração fazendo biquinho, com certeza ama Wando, esse patrimônio brasileiro da safadeza em forma de música.
Desde 27 de janeiro, Wando está internado devido a problemas cardiácos. Seu quadro atualmente é estável. Por isso, estamos firmes e fortes na campanha #ForçaWando. Se quiser, você pode participar mais ativamente, lave sua calcinha e mande para o Wando, na campanha #LaveiProWando.
Em 2010, Wando contou em uma entrevista que pretende abrir um museu com as 15 mil calcinhas que ganhou de suas fãs, não perca sua chance de entrar para a história da roupa íntima brasileira. Dedique uma calcinha para Wando, mesmo que seja virtual. Na página oficial de Wando você pode mandar um recado na calcinha para esse ídolo romântico brasileito.
Como todo bom cantor romântico que presa o arrebatamento total de seus fãs, não são apenas suas músicas que despertam o clamor afogueado de qualquer desavisado. Wando é pródigo em batizar seus discos com pitadas de duplo sentido. Entre os melhores títulos estão: Vulgar e comum é não morrer de amor (1985), Ui-Wando de Paixão (1986), O ponto G da história (1996), Chacundun (1997) e Picada de Amor (2000).
Wando começa com W de Wanderley. Mas também é W de Winner, o nosso grande vencedor do cafona romântico popular ainda tem muitas peças íntimas para colecionar. #ForçaWando!
A minha música do verão 2012. Aquela que já acordo cantando, enquanto rodopio pela cozinha.
Uma das melhores coisas que existem no Brasil são as milhares bandas de forró que se espalham por esse país, especialmente no nordeste. Além de criar clássicos como: “Você não vale nada, mas eu gosto de você”, “Faltou o Leite Ninho”, “Deita na BR” e tantas outras, as bandas de forró sempre criam versões brasileiras para grandes sucessos internacionais.
A diva Flavia Durante está colecionando as versões forró dos hits da Adele no post: “Rolling in the Deep” ganha DUAS versões em forró (atualizado). (Foi no blog da Flavia que achei esse gif fofo da Adele).
Entre as minhas favoritas está a versão para “Rolling in the Deep” da Furacão do Forró:
Me esquece por favor
Me deixe em paz, a nossa história acabou. Te dei outra chance, mas você desperdiçou. Meu amor próprio ocupou o seu lugar. Se você mudou, também mudei. Pode acreditar.
Guarda pra ela esse seu falso amor. Sua cara de pau, o que você tem de melhor. Guarda pra ela todas as mentiras que eu acreditei.
Me esquece por favor. Não liga mais pra mim. Faz de conta que eu morri pra você. Você morreu pra mim. Me esquece por favor. Não me procure mais. Vou tentar ser feliz sem você. Com você, nunca mais.
Lady Gaga é outra que tem várias de suas músicas forrozeadas. É fácil achar versões para: Telephone – Diz Se Me Quer, Alejandro – Alexandre, Bad Romance – Meu Romance, Judas – Me Ama Jura e Just Dance – Tô Bem. A minha favorita é a versão de Paparazzi com o Calcinha Preta:
Paparazzi
Você é legal e é fundamental. Ter um flash na mão, você é tão lindo, é tão mágico. Você é fantástico. Couro e jeans, o glamour é assim. Não tem preço pra mim, preciso fotografar nós dois. Porque eu sou fanática.
Eu vou onde você vai. Eu sou sua maior fã, eu quero só uma foto. Pa-pa, paparazzi.
Você sabe que eu sou fã, eu quero só uma foto. Pa-pa, paparazzi.
Para fechar o post, temos Beyoncé. A versão mais famosa para Single Ladies é da Diva do tecnomelody, Gaby Amarantos com Tô Solteira. Mas Gaby é tão diva que merece um post só para ela no futuro. E como o assunto é forró, vamos ficar com a versão de Halo do Calcinha Preta:
Como fui me apaixonar
Como fui me apaixonar. Mesmo sem te conhecer. Baby eu estou sofrendo. Baby onde está você.
Comigo aconteceu assim. Foi quando te vi passar. E sem nenhuma explicação. Meu coração mandou parar. Fiquei-te admirando ali. Te olhando se me desviar. De repente então você sumiu.
E não pode, mas te encontrar. Eu não sei o que aconteceu. Não tenho resposta pra o que aconteceu. Passei a gostar de você. Não pergunte não sei explicar
Bônus track: Ressaca da Pavanelly, versão de Loca da Shakira. Um beijo, Hugo Avelar.
Está rolando desde sábado em Brasília, no Balaio Café, o Festival Mulheres no Volante. Um evento cultural feminista independente realizado em Juiz de Fora (MG) desde 2007, que busca valorizar o trabalho artístico das mulheres e contribuir para o exercício de sua cidadania. Além de promover shows, oficinas, debates, mostra de vídeos e exposições.

Oficina sobre ciberativismo no Mulheres no Volante em Brasília, 11/12/2011. Foto de Tainá Novellino.
É a primeira vez que o Mulheres no Volante estaciona em Brasília e ontem participei de uma oficina de ciberativismo em que falei um pouco das ações desenvolvidas pelas Blogueiras Feministas. O evento ocorre paralelo a 3° Conferência Nacional de Políticas Públicas para Mulheres que começa dia 12 de dezembro. Bruna Provazi, Tainá Novellino e Jul Pagul estão realizando algo super importante para a cena feminista da cidade.
Hoje é o último dia e uma ótima oportunidade para conhecer pessoas bacanas que se interessam por feminismo, música e artes em geral, além de ver um show da Ellen Oléria. Corrão!
Nós costumamos dizer que queremos mudar o mundo começando pela cultura. Nosso sonho sempre foi espalhar a ideia do feminismo por todos os lugares, e a melhor maneira de fazer isso é em rede.
Vivemos em uma sociedade organizada na forma de rede. A internet permeia nossas relações e transforma o modo como produzimos, consumimos e nos apropriamos da arte e da cultura. A produção e a difusão da música agora independem das grandes gravadoras. A rede inspira processos coletivos e colaborativos, e é dessas novas ferramentas que queremos nos apropriar, criando novas possibilidades de acesso à cultura e criação artística para as mulheres.
Queremos inspirar mais mulheres a “se empoderarem”, a assumirem o volante de suas bandas, de seus festivais e de suas próprias vidas. Continue lendo em Carta Aberta a todas as Mulheres no Volante.