Luluzinha Camp dia 06/06 em 6 capitais!!!

Você menina, você mulher interneteira, junte-se ao grupo #LuluzinhaCamp. Às vésperas do big encontro nacional em agosto, as meninas desse meu Brasil varonil se movimentam e fazem nada mais, nada menos  que seis encontros dia 06/06/2009. Já temos 3 regiões do Brasil com encontros, só estamos esperando norte e nordeste se animarem e assim dominarmos o mundo.

A movimentação começa às 11h no idolatrado salve salve Luluzinha Camp São Paulo.  Sempre organizado pela Luluzinha Master Mega Power Lucia Freitas com a participação especial da intrépida Lili Ferrari.

Em seguida, ao meio-dia em ponto começa o seu, o meu, o nosso Luluzinha Camp Brasília! Eu e Lu Monte prometemos que esse ano a festa vai se estender até de madrugada.

E às 15:30h, numa belíssima tarde na cidade maravilhosa, começa o mais concorrido, o bombante Luluzinha Camp Rio de Janeiro. Organizado pelas Cariocats: Claudia Mello, Luanda Pereira e Patrícia Haddad.

Também às 15:30h, no sul do Brasil tudo se movimenta para a chegada das mais novas integrantes da confraria: Luluzinha Camp Curitiba com Lis Comunello e Claudia Regina. E descendo mais um pouco no mapa, Luluzinha Camp Porto Alegre com Deisi Remus.

Atualização! Vai ter Luluzinha Camp em Belo Horizonte também!!! A partir das 16h, capitaneado pela maravilhosa Cynthia Semiramis.

Serão seis festas cheias de alegria e muita coisa para contar depois.

Preciso falar que você não pode perder? Preciso dizer que se na sua cidade não tem um Luluzinha Camp você está totalmente convidada a entrar em contato e montar um? Preciso dizer que é atualmente meu evento favorito ever? Preciso dizer que são tardes especialíssimas regadas a muita conversa, comidinhas e brindes especiais? Preciso dizer que grandes amizades surgiram nesses encontros? Preciso dizer que coloquei o nome das organizadoras (porque sei o duro que damos), mas que o Luluzinha Camp é feito por cada uma das Luluzinhas que comparecem e trocam sorrisos? Preciso dizer que estar entre mulheres maravilhosas é tudo de bom? Preciso dizer que gatos, gatinhos e gatões é pauta em todos os encontros? Preciso dizer que vamos tirar muitas fotos lindas? Preciso dizer que formamos uma rede grande e colaborativa que se estende por listas de discussão, twitters, blogs, etc? Preciso dizer que carinho é uma das palavras mais sentidas nos encontros?  Preciso dizer que fazemos a unha, trocamos dicas sobre xampu e ao mesmo tempo debatemos fotografia, ecologia, direitos humanos e violência contra a mulher, entre outros assuntos? Preciso dizer que os filhos e filhas das Luluzinhas são sempre bem-vindos? Preciso dizer que adoramos brigadeiro? Preciso dizer que quero ser Luluzinha Forever?

Revista Deusas #2 e Luluzinha Camp Nacional.

A Revista Deusas é uma revista feita por mulheres (mais especificamente pelas Deusas Nospheratt , Lu Freitas e Lu Monte ) e para mulheres. Faz parte da Corporação Deusas , que conta com o Deusario (donde ahora yo estoy escreviendo tanbiém) e o Projeto Deusas . A revista agora tem um blog e lá você pode encontrar as duas edições para baixar em .pdf. Para facilitar, você pode baixar a primeira edição aqui e a segunda edição aqui .

Essa segunda edição é especialíssima, pois contou com a participação de leitoras que tiveram que responder: O que significa ser mulher?
E aí já viu, né? Estão lá, várias respostas maravilhosas celebrando as mulheres e principalmente a vida. Não é fácil ser mulher, não basta fazer carão… Na verdade, não é fácil ser ninguém hoje em dia, mas cada um vai fazendo o que pode, da sua maneira. E essas mulheres maravilhosas estão aí para dizer o que pensam. Não perca!

E vocês ainda me aguentam falando sobre Luluzinha Camp ? Espero que tenham gritado sim, pois de todos os projetos em que estou envolvida atualmente esse é o que sou mais apaixonada.

A Lu Freitas publicou no blog do Luluzinha Camp um ótimo texto-desabafo-#prontofalamos que surgiu no grupo de discussão e fez aflorar várias opiniões sobre os que criticam nossos encontros. Sou organizadora-promoter dos Luluzinha Camps em Brasília junto com a Lu Monte. Adoramos cada encontro, mas é fato que queríamos ver muito mais meninas, queríamos ver a mesma empolgação que vimos em São Paulo em agosto do ano passado . Nem sei explicar para vocês como aquele foi um dos dias mais especiais da minha vida. Claro que conheci pessoalmente muita gente que só conhecia no virtual, mas conheci tanta gente, tanta gente bacana que o que mais me orgulha é ter formado um grande elo com o grupo. É por isso que apesar de fazer mil propagandas dos encontros, de fazer convites pessoalmente, preciso entender que tem pessoas que simplesmente não estão afim de participar, não têm interesse, não enxergam o projeto como eu.

Há em Brasília um grupo pequeno e fiel de Luluzinhas que a cada encontro ganha mais membros. Há em outros estados propostas de criação de novos grupos . Há várias meninas que não comparecem pessoalmente aos encontros porque tinham outros compromissos. Mas há também quem não vai porque não quer. Acho, sinceramente que ao não ir as mulheres estão deixando passar uma ótima oportunidade para conhecer mulheres. Não é porque sou feminista e nem porque adoro os homens, é porque acho realmente importante estar entre mulheres numa tarde qualquer conversando sobre mil assuntos e tendo algo em comum com alguém que eu nem conhecia. É um encontro diferente de encontros com homens, a colaboração brota naturalmente, os risos são mais espontâneos, a cumplicidade surge com um sorriso. Eu poderia abordar estranhos na rua e começar a bater papo, mas prefiro me juntar a um grupo de mulheres que gosta de internet e comer brigadeiro. Nunca tive muitas amigas que gostam realmente de internet, não trabalho na área de tecnologia, acho que por isso tenho tanto apreço e carinho por esse grupo de meninas que se espalha pelo meu twitter, minha caixa de e-mails e várias outras redes sociais.

Também gostaria de dizer obrigada a todas as Luluzinhas, assim como fez a @elimafra no seu lindo texto: Lulu com orgulho! Praticamente uma carta aberta ao orgulho de ser Luluzinha. Eu amo esse grupo, ostento meu selinho ali do lado com toda paixão e cada Luluzinha Camp é um evento especialíssimo marcado na agenda com caneta vermelha. Eu estarei no próximo Luluzinha Camp Nacional em 29/08/2009, São Paulo. Não quero perder por nada. E você?

Mulheres.

#LuluzinhaCamp

E aconteceu mais um Luluzinha Camp!!! Muitas mulheres sairam de casa para se encontrar, conversar e rir. Dessa vez  o evento ocorreu simultaneamente em três cidades: Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. Foi o terceiro encontro aqui em Brasília e tivemos muitas novatas participando. Foi uma ótima tarde com uma esticada num restaurante de  comida japonesa. Para ver  fotos dos 3 encontros, visite o grupo no Flickr.

#Feminino e Feminismo

Passado o Dia Internacional da Mulher, é hora de provocarmos mais discussões sobre o assunto. Minha principal curiosidade é saber como o movimento feminista está sendo visto pelas mulheres. Acredito que haja muito pré-conceito e falta de identificação. Por outro lado, as mulheres ainda não conquistaram igualdade de direitos reais, nem representatividade no governo. Ainda existem inúmeros casos de violência física e moral, e temas importantes como a questão do aborto. O feminismo não pode acabar, assim como o machismo ainda não acabou. Porém, é um movimento que precisa se reaproximar de seu público.

Na Revista Veja do dia 25/02/2009 saiu uma entrevista com Camille Paglia. Entre as perguntas haviam duas sobre feminismo:

#Tantos anos de pós-feminismo e as mulheres parecem continuar a viver em conflito diante de seus diversos papéis. Há solução à vista?
Não. É um dilema terrível quando as mulheres aspiram a ter filhos e carreira. E é um dilema que não afeta os homens. Não por uma questão de discriminação da sociedade, mas simplesmente porque a natureza escolheu deixar o enorme fardo da gravidez para as mulheres. Vemos nos tempos modernos uma evolução da antiga família ampliada, da grande família tribal, em que diferentes gerações viviam juntas, rumo ao modelo em que as pessoas vivem isoladas em famílias nucleares, seja mãe, pai e filho, seja mãe divorciada e filho ou mãe solteira e filho. Isso põe as mulheres sob enorme pressão para fazer coisas que antigamente eram feitas pelas parentes. Antigamente, no interior, quando uma jovem ficava grávida, ela não fazia nada. As mulheres mais velhas a dominavam e ficavam dizendo “Vá descansar, saia da cozinha. O filho que você leva aí dentro é o nosso sangue”. Hoje, quanto mais bem-sucedida a mulher, mais distante ela está desse modelo comunal. Ela vive louca atrás de babá, empregada, enfermeira. Consequentemente, sofre um nível de intensidade nervosa e de exaustão sem precedentes na história. Alguém se lembra de ter tido uma avó agitada?

#As mulheres perdem com isso?
Claro. A feminilidade americana hoje é estressada, é louca, é “superconceituada”. Todas as mulheres querem ser a Carrie de Sex and the City. Não acho nada estranho que tantos rapazes bonitos e inteligentes não queiram se casar ou sejam gays. O máximo que uma mulher jovem e bem colocada na carreira tem a oferecer é uma instigante conversa sobre trabalho ou um empolgante almoço de negócios. É um tédio conversar com elas. Aliás, estou cansada de falar dessas mulheres. Vamos falar mais da Daniela Mercury?

Ainda não sei o que Daniela Mercury despertou em Camille, mas milhares de perguntas pulam: Seriam as mulheres as principais culpadas da sua vitimização? É mesmo impossível ter filhos, carreira, ser linda e boa de cama? Até que ponto buscamos a perfeição inalcançável? Ser feminista significa ser anti-feminina?

Para início de conversa recomendo alguns blogs:

Cynthia Semiramis e seus itens compartilhados

Escreva Lola Escreva

Duas Fridas

Marjorie Rodrigues

Voltamos logo após os intervalos da vida atribulada.

Avisos: #luluzinhacamp e #ditabranda!

#1 Luluzinha Camp, dia 07/03!!!

Vocês já viram como o blog tá lindo? Obra de mestra Garcia Sales. Na véspera do Dia Internacional da Mulher, queremos reunir interneteiras num encontro divertido e descontraído que irá acontecer simultaneamente em três cidades.

Se você está em Brasília, clique aqui.

Se você está no Rio de Janeiro, clique aqui.

Se você está em São Paulo, clique aqui.

O #luluzinhacamp é um evento só de mulheres.  E é um evento de gênero, pois mulheres e homens são diferentes até na hora de se reunir. Nossa intenção ao organizá-lo é proporcionar um espaço de troca, diversão e discussão sobre temas que gostamos. A melhor palavra que define um #luluzinhacamp é colaboração. É prazeroso reunir mulheres ao redor de comidinhas, histórias de gatinhos, casos da vida real, dificuldades, trocas de figurinha e piadas. E se você quiser organizar um na sua cidade, é só falar com o grupo.

#Ditabranda, dia 07/03!!!

No mesmo dia, acontecerá em São Paulo uma manifestação em repudio ao editorial da Folha de São Paulo do dia 17/03, que relativizou as atrocidades da ditadura no Brasil, afirmando que tivemos uma regime brando. O Movimento dos Sem Mídia estará na porta da Folha para protestar contra o editorial da “ditabranda”.

O Emerson, fala uma coisa importante que é o desprezo financeiro a imprensa conservadora, essa seria a melhor maneira de fazer com que abram os olhos para o conteúdo. Concordo com ele e estou apoiando a manifestação, mas devo assumir minha parcela de culpa e afirmar que assino o UOL e leio online a Folha de São Paulo. É uma incoerência, sou conivente com um jornal que distorce a ditadura, mas acho válido também me juntar ao coro para protestar. É importante como leitora explicitar minha revolta a um editoral absurdo, mesmo que seja com um email para a Folha ou com meu apoio a essa manifestação.

Ainda tem mais!!!

Para mergulhar mais um pouco na minha incoerência, essa semana entrei definitivamente no portal M de Mulher, um braço da Editora Abril. Amigos queridos e blogueiros que leio também fazem parte dele e foi por isso que resolvi pedir a Sam Shiraishi que reconsiderasse o convite que me havia feito ano passado.

E, além de tudo, essa semana também fiz minha estréia no Deusario. Nospheratt, Lu Freitas e Lu Monte há muito tempo fazem parte da minha vida blogueira, que foi estreitada ainda mais com o Luluzinha Camp e com o Projeto Deusas. É um prazer, entrar para um grupo tão querido e conhecer também a Débora Rocco. Esse é só o início da história da Luluzinha que virou Deusa.

Meme dos 7 pecados e Luluzinha Camp.

A pecadora Lunna Guedes deve ter visto meu desespero ao invocar Irmã Sofia, e desconfiou que por aqui mora gente que às vezes dança com o diabinho da garrafa, então, fui convidada para o meme dos 7 pecados capitais. Como todo meme, esse tem regras que sempre tenho preguiça de seguir. Para fazer diferente, escreverei sobre cada um deles separadamente. O primeiro, óbvio:

#1 preguiça. Vive nas entranhas dos músculos. Adora tardes modorrentas e tempo frio de manhã cedo. Não respeita relógios, nem arroz queimado. A preguiça incita a falta de paciência com os outros, a desistência de fazer mais, o cruzar os braços e virar para o lado. O corpo precisa de movimento, a preguiça apenas de aconchego. Tenho cada vez mais preguiça de discutir com os outros, de varrer casa, de tentar argumentar porque Cloverfield é um filme horrível, de ver gente perguntar se existe copyright em blogs, de ouvir frases preconceituosas, de brigar por espaço no trânsito. Tenho preguiça de ver o Sarney sendo eleito presidente do Senado. De ver o Hugo Chávez criando uma ditadura em plena Era de Aquário. Tenho preguiça de fazer algo e não chegar a lugar nenhum, então fico aqui, embaixo do edredon, esperando o lançamento do box de Maysa. Qualquer música da bossa nova me transmite aquela preguiça boa, como se tivesse comido feijoada. Mas a música que mais me dá preguiça de apertar stop ultimamente é Sweet Ballad.

“Don’t call me passed 11pm, it won’t happen again.

Happened once, it happened twice it happened three times,

maybe four times, maybe five times,

maybe it happened six times but it won’t happen seven times.

No no no no no no…”

#The Luluzinha Camp is back in town!

Acorda Menina! Pode chamar as amigas, matar a vizinha de inveja e dar beijinho de até logo no peguete, dia 07/03/09, véspera do Dia da Mulher, acontecerá mais um Luluzinha Camp! O encontro de mulheres que gostam de internet! Com eventos simultâneos em São Paulo e Brasília. Se você estiver afim de fazer um na sua cidade, sinta-se à vontade para entrar em contato com o grupo.

Se você estiver em Brasília e quiser participar, inscreva-se no grupo local: Luluzinha Camp-bsb. Eu e Lu Monte garantimos conversas, risadas, sorteios, bazar e muita festa. Não perca!

Update! Vai rolar Luluzinha Camp no rio de Janeiro também! Organizado pela Claudia Mello! Participem!