Sybil

Ontem tinha dever de casa do grupo de terapia. A tarefa da vez era assistir um filme feito para a TV (2007), com Jessica Lange, chamado Sybil. A única condição que cercava este filme é que não deveríamos vê-lo sozinhas. Assim que a grande questão do filme começa a se desenrolar entendemos porque deveríamos assistí-lo com alguém. E preciso dizer que é uma das histórias mais incríveis que já assisti.

Divulgação/WarnerBros

Sybil é uma mulher adulta que possui transtorno de múltiplas personalidades, decorrente de abusos que ela sofreu da própria mãe durante a infãncia. A história poderia ser um melodrama, os abusos e castigos que Sybil sofre da mãe esquizofrênica e a omissão do pai fervorosamente religioso são terríveis, mas uma parte da história de Sybil é também uma parte da história da psiquiatra Dra. Cornelia Wilbur, ou Connie. O filme é baseado em uma história real.

Portanto, acompanhamos não só a luta de Sybil para lidar com 16 personalidades diferentes, que possuem diferentes idades, preferências, gostos, comportamentos e vozes e que podem ser mulheres ou homens. Como também, acompanhamos a luta de Connie para lidar com algo que não era conhecido na Psiquiatria e que era desacreditado por seus colegas de profissão. Quem encaminha Sybil para Connie é o psiquiatra da faculdade em que ela estuda, Dr. Atcheson. E ele faz isso apenas porque Connie é uma mulher e deve tratar a histeria de Sybil. Porque o único problema que uma mulher pode ter é ser histérica. E em determinado momento, até Connie é chamada de histérica quando vai tirar satisfação ao descobrir que seu colega de departamento ameaça sabotar a apresentação do trabalho de Connie para propor uma nova desordem mental num Congresso.

Há um outro momento em que Connie diz para uma barwoman: “Um dia já gostei de ser a única mulher desse Departamento, mas hoje percebo que eles não me veem como um deles, estou ali simplesmente para limpar a sujeira que ninguém quer limpar”.

Connie passa a duvidar de várias verdades da psiquiatria ao tratar Sybil. Elabora um tratamento para ela unir todas as suas personalidades. É muito bonito ver a busca por uma cura e como ocorre o encontro de Sybil com suas personalidades, pois não há controle sobre sua mente, é preciso criá-lo e para isso é preciso expressar emoções que ela considerava serem erradas e reviver memórias que foram escondidas. Por outro lado há a luta de uma psiquiatra que se vê numa posição em que se torna amiga da paciente e precisa enfrentar uma série de preconceitos para provar seu trabalho. É um filme muito interessante e feminista.

A boa notícia é que procurando por alguma cena de Sybil no youtube achei o filme completo. Então fica aí minha dica para o fim de semana, o filme tem aproximadamente uma hora e meia e vale muito a pena:

Sybil – Parte 1 – Quem é Sybil?

Sybil – Parte 2 – Pessoas dizem que faço coisas que não fiz.

Sybil – Parte 3 – Árvores não são roxas, sua estúpida!

Sybil – Parte 4 – Somos 16!

Sybil – Parte 5 – A Simbologia das Matrioskas.

Sybil – Parte 6 – O Retorno ao passado

Sybil – Parte 7 – Quero ser como meu pai.

Sybil – Parte 8 – O primeiro blecaute.

Sybil – Parte 9 – Quando você foi feliz, Sybil?

Sybil – Parte 10 – Todas, enfim juntas!

Infelizmente os vídeos não tem legendas, mas o inglês está bem simples.

10 Filmes para 1 Oscar.

Esse o ano o Oscar mudou algumas regras e para melhor filme há 10 indicados. Minha opinião é a mesma do Chico Fireman, acho que isso banaliza ainda mais a premiação e parece ser um movimento apenas para alegrar a indústria. Apesar de tudo, o Oscar ainda me fascina um pouco, uma pena que desistiram de continuar com Hugh Jackman apresentando. Ano passado a apresentação teve um clima de musical delicioso.

Precious

Precious

Mas, então, vamos falar dos filmes. Dos 10 indicados assisti 8, porque Um Homem Sério e Um Sonho Possível ainda não estrearam em Brasília. Pelo trailer, Um Homem Sério parece ser um Irmãos Coen da melhor qualidade, apesar de não ver críticas muito festejadas. Um Sonho Possível parece ser o momento Erin Brockovich de Sandra Bullock. Dentre os 10 indicados, senti falta de Nine, que é um bom musical, e Direito de Amar (pior tradução de filme do ano, o original é A Single Man), estréia de Tom Ford na direção, que também não estreou por aqui ainda, mas o trailer me deixou entusiasmada.

Dos 8 filmes que assisti meus preferidos por questões pessoais são Precious e Educação. 2 filmes com mulheres protagonistas, meninas de 16 anos que precisam tomar as rédeas de suas vidas.

Precious, produzido pela diva Oprah Winfrey, é um murro na nuca, um filme duro sobre abuso, todas as formas de abuso possíveis, sexual, moral, social. Dói muito ver toda aquela história e se chocar internamente com a realidade , pensar quantas pessoas vivem daquela maneira. A mãe de Precious é um dos personagens mais asquerosos que já vi nos cinemas, Mo’nique deve levar fácil o Oscar de melhor atriz coadjuvante por retratar um monstro com tão pouca humanidade. E mesmo quando você acha que tudo está perdido, Precious consegue ser um filme esperançoso sem mostrar um final perfeito, com suas incertezas sobre a vida, mas sabendo que há pessoas que nos amam. Palmas também para as colegas de classe de Precious, jovens que tentam encontrar seu caminho estrapolando limites, mas procurando ser elas mesmas.

Desafiar limites é também o que tenta fazer Jenny em Educação. Uma menina de 16 anos que conhece um playboy

Educação

Educação

mais velho e acaba se apaixonando pela vida de aventuras e diversão que ele proporciona, a quem só vivia num quarto estudando latim. Jenny desafia a escola, engana os pais e esquece de si mesma, derrete-se pelo glamour de um chanel n° 5. Até que seu mundo cai e encontramos a Jenny antiga que culpa seus pais, mas sabe que é a maior culpada por tudo e que agora precisa correr atrás. Também é bonita a homenagem a Catherine Deneuve e Audrey Hepburn no penteado e nas roupas de Jenny e Helen. E quando sobem os créditos toca Duffy com Smoke without fire. O roteiro de Nick Hornby é simples, mas uma bela história sobre o crescimento de uma mulher.

Amor sem Escalas é também um preferido azarão. George Clooney mostra todo seu charme demitindo pessoas, vivendo em hotéis, utilizando cartões privilegiados. Mais uma vez, o título original Up in the Air diz muito mais do filme do que a tradução, é um filme sobre as relações líquidas, sobre pessoas que tem ou não responsabilidades umas com as outras. A conversa entre Natalie, Alex e Ryan depois que Natalie tem uma crise de choro é ótima.  O que queremos na vida? Um marido bonito, que tenha cabelo, um carro, filhos? Ou queremos apenas a vida como ela é? Filme esperto, cool, sem final clichê. Uma pena que o máximo que vá ganhar é melhor roteiro. Jason Reitman é um diretor que vem fazendo ótimos filmes como Obrigado por Fumar e Juno.

Distrito 9 e Up – Altas Aventuras são os filmes que fazem figuração especial na lista. Distrito 9 foi o grande filme surpresa do ano, uma importante crítica sobre o processo do apartheid, sobre a maneira como tratamos quem é diferente de nós, não há espaço para o diálogo, apenas para a segregação, pois no totalitarismo sempre há um grupo a ser exterminado. Gostei também do formato híbrido entre documentário, filme de ação e ficção científica. Up é Pixar dando show mais uma vez com a improvável amizade entre um velhinho ranzinza, que quer realizar um sonho de aventura, e um jovem escoteiro prestativo. Quem não se emociona com os 10 primeiros minutos de filme não é humano. Além de tudo, Up tem uma das cenas mais lindas que já vi quando o velhinho abre a porta e o cachorro responde: “Eu fiquei aqui fora te esperando, porque eu te amo”. Sim, há cachorros falantes no filme, adoro.

Up in the Air

Up in the Air

Bastardos Inglórios é o melhor filme do ano que não ganhará o prêmio de melhor filme do ano. É cáustico, é divertido, é abusado, é escalpelador, é cheio de sotaques e tem cenas inesquecíveis como a do copo de leite. É Quentin Tarantino em sua melhor forma. E só Quentin é esperto o bastante para escolher atores alemães para fazer o papel de soldados alemães e atores ingleses para fazer o papel de soldados ingleses, etc. O filme flui com momentos de puro êxtase. Porém, ganhará apenas melhor ator coadjuvante para o homem que permanecerá na memória para assustar criancinhas e mulheres que perdem os sapatos, Christoph Waltz.

Os favoritões são Avatar e Guerra ao Terror. Dá até para montar um quadro

The Hurt Locker

The Hurt Locker

comparativo entre os dois. Avatar é a produção mais cara da história do cinema e também a que mais arrecadou no mundo. Guerra ao Terror é um filme independente e no Brasil saiu direto em vídeo. Avatar é uma ficção científica sobre um outro planeta, com críticas a exploração de bens naturais, a guerra e a destruição da natureza. Guerra ao Terror é um filme muito simples, que acompanha uma equipe que desarma bombas na Guerra do Iraque, mais real e atual impossível. Apesar de Avatar ser um hiper mega filme, cansei logo na primeira hora, porque a história clássica da Pocahontas não me prendeu, todas aquelas cores começaram a cansar. A areia de Guerra ao Terror insistia em entrar nos meus olhos, me fazia colocar a mão sobre a boca quando o Sargento William puxava fios e encontrava mais 10 bombas apontando para ele. É uma briga do cinema de entretenimento contra o cinema independente. E acho que os dois são merecedores. Avatar provou que é possível levar as pessoas de volta ao cinema com uso da tecnologia de ponta, fazendo um grande filme espetáculo. Guerra ao Terror é um filme corajoso, que pode dar o primeiro Oscar de direção a uma mulher, e questiona quem é e onde está o Senhor da Guerra.

Estão aí minhas apostas, espero também que Coco Chanel leve melhor figurino em homenagem a estilista e espero que a lotérica do Oscar registre algumas apostas do meu bolão. A cerimônia será dia 07/03/2010 com transmissão ao vivo pela TNT a partir das 22h e pela Rede Globo depois do Big Brother Brasil 10.

XI FICBRASÍLIA 2009 – TAKE 2

O Festival de cinema já acabou tem quase um mês, mas volto para falar dos outros filmes que vi, pois 4 deles são imperdíveis.

Tokyo de Michel Gondry – Esse provavelmente era meu filme mais esperado do festival. Piro com Michel Gondry, diretor de Rebobine, por favor e Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças. Tokyo é formado por 3 curtas de 3 diretores diferentes. Dois franceses e um coreano lançando diferentes olhares sobre, provavelmente, a cidade mais cosmopolita do mundo. O primeiro é dirigido pelo Gondry e chama-se “Interior design”, um jovem casal muda-se para Tokyo e começa a ter diversas dificuldades de adaptação. O segundo chama-se Merde e é dirigido por Leos Carax, um personagem extremamente peculiar surge de dentro dos esgotos de Tokyo trazendo antigas lembranças. O terceiro é dirigido por Joon-ho Bong, também diretor do filme-de-monstro-sensação O Hospedeiro, conta a história de um homem que vive completamente isolado na cidade até que um belo dia, um terremoto… Realmente não dá para contar muito. Não me decepcionei em nada, Merde é meu favorito, fiquei até interessada em conhecer outros trabalhos de Leos Carax. Todos os curtas buscam falar sobre a inadequação de viver numa grande metrópole como Tokyo e sobre solidão. Apesar de que as três palavras que o trailer usa para descrever cada curta são “Transformation. Anarchy. Rebirth”. É por aí também. Nota 10!

Insolação de Felipe Hirsch e Daniela Thomas – O principal atrativo desse filme era o fato de a sinopse dizer: “Insolação conta histórias de desertos amorosos.” Gostei dessa descrição. Contava também o fato de que a história se passa em Brasília e o elenco com muitos atores talentosos como Simone Spoladore, Paulo José, Maria Luisa Mendonça, Leandra Leal, entre outros. Porém, achei o filme muito conceitual. Os personagens vão e vem num ritmo bem lento, encontrando-se e desencontrando-se, discutindo ou não suas relações amorosas. É o tipo de filme que não gostei porque não tive paciência para ver. Tenho certeza que a birra é minha. Porém é muito bonito reconhecer prédios e cantos de Brasília com um olhar totalmente diferente do cotidiano. A câmera é o grande destaque para quem mora e vive aqui. Destaque também para Paulo José, sempre emocionante. E para a menina Daniela Piepszyk, que tinha roubado cenas em O Ano em que meus pais saíram de férias, Zoyka é a personagem que mais me encantou e livrou-me de uma insolação. Nota 5!

Soul Power de Jeffrey Levy-Hinte – Um documentário que registra o festival de música que aconteceu em 1974 no Zaire, evento paralelo a grande luta de boxe entre Muhammad Ali e George Foreman, que tem seu próprio documentário: Quando éramos reis. O festival torna-se um grande encontro entre grandes astros da música negra e o continente dos negros. No meio da luta por direitos humanos e pelo fim do preconceito, há o reencontro de raízes, há os músicos nas ruas tocando com as pessoas, há os ditadores africanos por trás do povo e há um belíssimo encontro musical entre grupos africanos e grandes nomes da música negra mundial. Seja o exotismo de Miriam Makeba encontrando seu lugar, os gritos estridentes e alegres de Célia Cruz, a dor das músicas de Bill Whiters, as coreografias do The Spinners, o som estupendo de B.B. King ou mesmo o rebolado infalível de James Brown. Tudo é uma bela homenagem. O filme começa lá no anúncio da luta, seguido do cancelamento porque George Foreman tinha machucado o supercílio, segue com montagem de palco, chegada dos artistas, shows, bastidores, até a galera viajando no avião. Divertidíssimo e empolgante. “What you need? Soul Power!” Nota 10!

(500) Dias com Ela de Mark Webb – Esse é o típico caso de nome original muito melhor que o título: (500) Days of Summer. Summer no caso é a garota que Tom conhece. Provavelmente o filme mais fofo do ano (o Zé concorda comigo), numa reedição da clássica história “Boy meets Girl”, porém com muita sensibilidade e criatividade. Trilha sonora maravilhosa, incluindo músicas do The Smiths. Várias homenagens a filmes da Nouvelle Vague e clássicos como O Sétimo Selo, com as devidas adaptações. As cenas no karaokê são impagáveis, com uma versão maravilhosa de Here comes your man. A música tema oficial do filme não está na trilha, mas é She’s like the wind, puro clássico. Ainda tem cena de musical para agradar todo mundo. E o momento em que o diretor separa a tela em duas partes para mostrar o confronto entre a expectativa e a realidade quando amamos é um dos mais belos momentos das comédias românticas no cinema. Já vi duas vezes. Nota 10!

A Todo Volume de Davis Guggenheim – O que você imagina ao ler que um documentário resolveu juntar Jimmy Page, The Edge e Jack White para falar sobre guitarras? Imaginei pelo menos um dos melhores documentários ever! E It Might Get Loud (nome original bem melhor que tradução também) é um filme rock’n roll delicioso. Podemos ver Page contando sobre gravações do Led Zeppelin e sobre sua carreira como músico de estúdio. Podemos ouvir as fitas de The Edge mostrando como cria os inesquecíveis acordes do U2. E podemos ver Jack White na sua busca pela crueza do som, indo até o fundo no blues. Os momentos em que os três estão juntos são mágicos, mas lindo mesmo é ver como a relação deles com a guitarra e a música é algo tão apaixonante. Nota 10! Curiosidade,:o diretor é o mesmo de Uma Verdade Inconveniente.

Foi um ótimo festival!

#7 pontos sobre Harry Potter e o Enigma do Príncipe.

Sou aficcionada pelo bruxinho de Hogwarts. Sabendo que não poderia ver o filme na quarta-feira da estréia, tranquei olhos e ouvidos para qualquer spoiler e devo confessar, morri de medo. Saca aquela pessoa que nunca vê filme de terror? Sou eu. E mesmo já tendo lido todos os livros e sabendo tudo o que poderia acontecer, Rosália pode dar testemunho de que várias vezes me escondi embaixo do casaco. Se Voldemort tivesse aparecido aí é que eu gritava mesmo. A atmosfera e o clima extremamente soturno só é cortado pelos constantes hormônios adolescentes. No fim, achei um bom filme, especialmente pelas cenas de ação, a fotografia e pelos ângulos explorados.

Poker Face

Poker Face

#1. Achei um porre aquele papo-teen-high-school-musical. Fulano gosta de Ciclana. Ciclana gosta de Beltrano. Beltrano é cego e não percebe. Nhéééé… Tantas cenas fantásticas que não foram mostradas no filme por causa dessa lenga-lenga. A cena de como Dumbledore consegue o anel não está no filme. Buá, my precious!

#2. Luna Lovegood é a Lady Gaga dos bruxos.

#3. A cena em que Dumbledore conhece o pequeno Tom Riddle tem exatamente as mesmas palavras do livro, as mesmas frases que se tornaram minhas preferidas de toda a saga. Ao ser perguntado sobre o que sabe fazer, Tom Riddle, então com 11 anos, responde: “Sei fazer as coisas se mexerem sem tocar nelas. Sei fazer os bichos me obedecerem sem treinamento. Sei fazer coisas ruins acontecerem a quem me aborrece. Sei fazer as pessoas sentirem dor, se quiser.”

#4. Rony é extremamente divertido quando fica metido ou quando toma poções do amor. Hermione é mais divertida quando mostra suas brilhantes habilidades intelectuais do que quando fica lamentando-se por amor. Neville e Hagrid aparecem pouquíssimo, uma pena.

#5. Sempre tenho a sensação que Dumbledore alguma hora vai se transformar em Gandalf. Ou no Capitão Caverna.

#6. Toda vez que Belatrix Lestrange aparecia eu achava que o Dr. Castanho ia aparecer em seguida para falar sobre as características de um psicopata.

#7. Snape fez escova progressiva.

Ps.: Depois do filme voltei para casa super tensa. Pois é, sou dessas pessoas facilmente impressionáveis. Então, desestressei com a ajuda de Anabela de Malhadas. ;-)

#Update – Contribuição dos leitores:

#8 Draco Malfoy passou pelo Esquadrão da Moda. (Denis)

#9 Harry fica uma gracinha imitando as pinças de Aragogue (Diana)

#7 pontos sobre 7 filmes.

1. Não tenha Dúvida que Meryl Streep está fantástica, soberba, divina em todos os filmes que faz.

2. Poppy é a personagem mais fofa e nonsense dos últimos tempos, poderia até ser irmã do Hugh Grant em Notting Hill, mas ela é Simplesmente Feliz.

3. Se há um cinema em 3D na sua cidade, tire uma boa grana do bolso e vá ver o presidente americano mais hilário do cinema em Monstros vs. Alienígenas.

4. Esqueça o título em português, Zack e Miri fazem pornô é o melhor título que essa ótima comédia de Kevin Smith poderia ter.

5. Ele não está tão afim de você, mas o Justin Long está uma gracinha de charmoso.

6. Gran Torino é Tio Clint Eastwood ensinando Chuck Norris a chutar bundas com classe e elegância.

7. E provavelmente sou pobre porque até hoje não assisti Quem quer ser um milionário?

Quer mais? Meryl Streep e Clint Eastwood fizeram um belíssimo filme juntos chamado As pontes de Madison. Imperdível!