Revista Deusas #2 e Luluzinha Camp Nacional.

A Revista Deusas é uma revista feita por mulheres (mais especificamente pelas Deusas Nospheratt , Lu Freitas e Lu Monte ) e para mulheres. Faz parte da Corporação Deusas , que conta com o Deusario (donde ahora yo estoy escreviendo tanbiém) e o Projeto Deusas . A revista agora tem um blog e lá você pode encontrar as duas edições para baixar em .pdf. Para facilitar, você pode baixar a primeira edição aqui e a segunda edição aqui .

Essa segunda edição é especialíssima, pois contou com a participação de leitoras que tiveram que responder: O que significa ser mulher?
E aí já viu, né? Estão lá, várias respostas maravilhosas celebrando as mulheres e principalmente a vida. Não é fácil ser mulher, não basta fazer carão… Na verdade, não é fácil ser ninguém hoje em dia, mas cada um vai fazendo o que pode, da sua maneira. E essas mulheres maravilhosas estão aí para dizer o que pensam. Não perca!

E vocês ainda me aguentam falando sobre Luluzinha Camp ? Espero que tenham gritado sim, pois de todos os projetos em que estou envolvida atualmente esse é o que sou mais apaixonada.

A Lu Freitas publicou no blog do Luluzinha Camp um ótimo texto-desabafo-#prontofalamos que surgiu no grupo de discussão e fez aflorar várias opiniões sobre os que criticam nossos encontros. Sou organizadora-promoter dos Luluzinha Camps em Brasília junto com a Lu Monte. Adoramos cada encontro, mas é fato que queríamos ver muito mais meninas, queríamos ver a mesma empolgação que vimos em São Paulo em agosto do ano passado . Nem sei explicar para vocês como aquele foi um dos dias mais especiais da minha vida. Claro que conheci pessoalmente muita gente que só conhecia no virtual, mas conheci tanta gente, tanta gente bacana que o que mais me orgulha é ter formado um grande elo com o grupo. É por isso que apesar de fazer mil propagandas dos encontros, de fazer convites pessoalmente, preciso entender que tem pessoas que simplesmente não estão afim de participar, não têm interesse, não enxergam o projeto como eu.

Há em Brasília um grupo pequeno e fiel de Luluzinhas que a cada encontro ganha mais membros. Há em outros estados propostas de criação de novos grupos . Há várias meninas que não comparecem pessoalmente aos encontros porque tinham outros compromissos. Mas há também quem não vai porque não quer. Acho, sinceramente que ao não ir as mulheres estão deixando passar uma ótima oportunidade para conhecer mulheres. Não é porque sou feminista e nem porque adoro os homens, é porque acho realmente importante estar entre mulheres numa tarde qualquer conversando sobre mil assuntos e tendo algo em comum com alguém que eu nem conhecia. É um encontro diferente de encontros com homens, a colaboração brota naturalmente, os risos são mais espontâneos, a cumplicidade surge com um sorriso. Eu poderia abordar estranhos na rua e começar a bater papo, mas prefiro me juntar a um grupo de mulheres que gosta de internet e comer brigadeiro. Nunca tive muitas amigas que gostam realmente de internet, não trabalho na área de tecnologia, acho que por isso tenho tanto apreço e carinho por esse grupo de meninas que se espalha pelo meu twitter, minha caixa de e-mails e várias outras redes sociais.

Também gostaria de dizer obrigada a todas as Luluzinhas, assim como fez a @elimafra no seu lindo texto: Lulu com orgulho! Praticamente uma carta aberta ao orgulho de ser Luluzinha. Eu amo esse grupo, ostento meu selinho ali do lado com toda paixão e cada Luluzinha Camp é um evento especialíssimo marcado na agenda com caneta vermelha. Eu estarei no próximo Luluzinha Camp Nacional em 29/08/2009, São Paulo. Não quero perder por nada. E você?

Avisos: #luluzinhacamp e #ditabranda!

#1 Luluzinha Camp, dia 07/03!!!

Vocês já viram como o blog tá lindo? Obra de mestra Garcia Sales. Na véspera do Dia Internacional da Mulher, queremos reunir interneteiras num encontro divertido e descontraído que irá acontecer simultaneamente em três cidades.

Se você está em Brasília, clique aqui.

Se você está no Rio de Janeiro, clique aqui.

Se você está em São Paulo, clique aqui.

O #luluzinhacamp é um evento só de mulheres.  E é um evento de gênero, pois mulheres e homens são diferentes até na hora de se reunir. Nossa intenção ao organizá-lo é proporcionar um espaço de troca, diversão e discussão sobre temas que gostamos. A melhor palavra que define um #luluzinhacamp é colaboração. É prazeroso reunir mulheres ao redor de comidinhas, histórias de gatinhos, casos da vida real, dificuldades, trocas de figurinha e piadas. E se você quiser organizar um na sua cidade, é só falar com o grupo.

#Ditabranda, dia 07/03!!!

No mesmo dia, acontecerá em São Paulo uma manifestação em repudio ao editorial da Folha de São Paulo do dia 17/03, que relativizou as atrocidades da ditadura no Brasil, afirmando que tivemos uma regime brando. O Movimento dos Sem Mídia estará na porta da Folha para protestar contra o editorial da “ditabranda”.

O Emerson, fala uma coisa importante que é o desprezo financeiro a imprensa conservadora, essa seria a melhor maneira de fazer com que abram os olhos para o conteúdo. Concordo com ele e estou apoiando a manifestação, mas devo assumir minha parcela de culpa e afirmar que assino o UOL e leio online a Folha de São Paulo. É uma incoerência, sou conivente com um jornal que distorce a ditadura, mas acho válido também me juntar ao coro para protestar. É importante como leitora explicitar minha revolta a um editoral absurdo, mesmo que seja com um email para a Folha ou com meu apoio a essa manifestação.

Ainda tem mais!!!

Para mergulhar mais um pouco na minha incoerência, essa semana entrei definitivamente no portal M de Mulher, um braço da Editora Abril. Amigos queridos e blogueiros que leio também fazem parte dele e foi por isso que resolvi pedir a Sam Shiraishi que reconsiderasse o convite que me havia feito ano passado.

E, além de tudo, essa semana também fiz minha estréia no Deusario. Nospheratt, Lu Freitas e Lu Monte há muito tempo fazem parte da minha vida blogueira, que foi estreitada ainda mais com o Luluzinha Camp e com o Projeto Deusas. É um prazer, entrar para um grupo tão querido e conhecer também a Débora Rocco. Esse é só o início da história da Luluzinha que virou Deusa.