Sextas de Nova (11)

Olá Amiga-Irmã-Companheira-Apreciadora-de-Lactobacilos-Vivos, estamos de volta! Durante todo esse tempo, fizemos uma grande imersão por outras revistas femininas. Após essa longa pesquisa, agora não só enlouquecemos nossos homens, como também sabemos tudo sobre o cocô. Graças a revista Women’s Health descobrimos que há um livro chamado: O Que Seu Cocô Está Dizendo a Você. Praticamente um tradutor entre você e o vaso sanitário. Além disso, ficamos aliviadas ao saber que: “O fato de as fezes flutuarem não é ruim”, garante o gastroenterologista australiano Terry Bolin. Não sabemos porque alguém iria até a Austrália para saber sobre merda, mas enfim. É bom ver que as outras revistas femininas estão melhorando cada vez mais nossas vidas.

Oi? Tô aqui super gata, me querendo muito e enlouquecendo meu homem enrolada nessa cortina de 400 fios egípcios.

Agora que sabemos até para que time nosso cocô torce, é preciso pensar em como preencher os outros espaços vazios de nossos corpos. Nossa querida Revista Nova propõe a você um: Test – Drive. Conheça a experiência de mulheres que ficaram com tipos diferentes de homens.

Esse é o momento que você esperava para usar todos os trocadilhos possíveis envolvendo carburador, carrapeta, potência, motor, rebimboca, etc. Porém, é também o momento de pensar na sua vida antes de casar, porque depois amiga, acabou a festa, como nos demonstra o subtítulo: Sabe aquele ditado “Enquanto não acho o certo, me divirto com os errados”? As leitoras abaixo adotaram e viveram experiências com caras para quem você deveria dizer “Sim, Sim, Sim” antes de subir ao altar.

Dá até vontade de não casar só para viver na piriguetagem, mas isso não é coisa que mulher direita de Nova faz. Portanto, cata aí o caderninho para anotar as melhores dicas para agarrar aquele bofe que já chega no kuduro só para nossa alegria.

A gente até imagina Marcelinho lendo esse conto erótico cheio de antropologia nagô, não é mesmo? Adoro que por ser um selvagem, sexo era sua principal atividade. Certeza que nesse lugar deve haver monoculturas de homens como esse. Então, o importante é você ficar com um homem tão diferente de você, que você praticamente o considera um selvagem de uma tribo distante, só porque ele não sabe escrever o português formal. Se você não tem grana para ir até o sul da Bahia e tal, qualquer ator de Malhação deve resolver seu caso.

Essa dica vale só pelo fato de saber que quando estamos com um famoso a adrenalina é total, porque ficamos a noite toda olhando o cara no palco. Aguardamos imensamente uma transcedental sessão de masturbação coletiva entre a galera da geral. A banda é de Pernambuco, mas se você quiser relatar sonhos eróticos com Alceu Valença ou Fagner sinta-se a vontade.

Senhora, não sabemos informar porque você tem que pegar homens maus de cama pelo resto da sua vida e só esse bom de cama. Nossos atendentes estão indisponíveis nesse momento, mas vamo aê. A pessoa faz uma tatuagem que nem queria, mas como pretexto para pegar um cara resolve fazer mais duas. E a gente achava que o mercado tava fácil. Agora, a pergunta que não quer calar: quem é Ricardo? Se Ricardo não é o tatuador, por que é tão importante citar o nome dele na história? Você também achava que Ricardo era o Bom-De-Cama, né? Rá, pegadinha do Mallandro! Ricardo é o namoradinho, gente? Ricardo é o sujeito oculto do objeto indireto? Ricardo é apenas uma lembrança do Ricardão, figura tão popular nas anedotas brasileiras?

Corre lá no site da Nova que ainda tem relatos com um homem mais velho que era um chefe chato, mas virou o safadão  do pedaço. Um homem mais novo que tem hora para voltar para casa. Um gringo que faz gozar em inglês. E um bem-dotado com “um pênis muito grande, mesmo!”. Por que né, antigamente a gente pensava em alguém bem-dotado e imaginava outra coisa grande, só isso para explicar essa surpresa.

Publicado por

Bia Cardoso

Uma feminista lambateira tropical.

10 comentários sobre “Sextas de Nova (11)”

  1. Gente, tô rindo MUITO.
    Não é possível que esses relatos sejam reais. São tão bobos que imagino um grupo de redatores (homens, claro) lá na redação da Nova, inventando esses causos que devem ter visto em algum filme pornô barato. E olha, você deu uma ótima ideia: o Marcelinho bem que podia ler esses “contos eróticos”, hein!

  2. MELDELS! Diz pra mim que isso é mentira. Diz pra mim que a Claudia não fez três tatuagens sem querer só pra poder dar uma trepada! Aham, Claudia, senta lá. Isso é invenção, só pode, ou essa moça carece de interdição judicial.

  3. ok, quase nos 47 do segundo tempo, cheguei. E as sextas de nova, pela 11a vez, salvaram o dia – de duas, aliás, pq mamma leu junto, então foram gargalhadas em dobro…
    Valeu Bia! Vou lembrar da história da tatuagem antes da cirurgia amanhã e cair na gargalhada antes da anestesia… não tem como não dar certo!!! 😀

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