Amy Purdy é americana. Ela é uma mulher que pratica skate e snowboard. Ela também já fez trabalhos como maquiadora, modelo e atriz. Além de tudo isso, Amy não possui as duas pernas. Aos 19 anos, ela contraiu um tipo de meningite que quase a matou. Amy sobreviveu, mas precisou ter as duas pernas amputadas. E depois ainda precisou passar por um transplante de rim, doado por seu pai.
A alta tecnologia que possibilitou a criação de diferentes pernas mecânicas para Amy, aliada a seu desejo de viver e construir cada vez mais são os elementos fundamentais da história dessa mulher tão especial. Vale a pena conhecer a história de Amy e seu projeto Adaptive Action Sports, uma organização sem fins lucrativos, que incentiva e auxilia pessoas amputadas ou com deficiências físicas a praticarem esportes de ação e impacto como skate, snowboard e wakeboard.
É bacana ver uma mulher muito bonita, que já poderia estar com uma carreira de modelo, continuar trabalhando e mostrando que o preconceito está apenas na cabeça das pessoas. Com o auxílio da tecnologia é possível encontrar maneiras de adaptação. Afinal, somos seres que precisam se adaptar constantemente. O exemplo de Amy serve exatamente para nos fazer refletir sobre a condição humana e nossos limites, tanto do corpo quanto da vontade de viver. Além de ser um belo exemplo de uma mulher que ajuda a construir um mundo em que mulheres praticam esportes radicais e ajudam outras pessoas a superar limitações físicas.
Você também pode acompanhar o blog de Amy e encontrar diversas receitas de suco verde.
Pass The Bucket – Amy Purdy from Off The Wall TV on Vimeo.

Muito bacana o post. Determinação, força de vontade e aquela loucura interna que move montanhas e preconceitos… adorei.
Bom, no desenrolar dessa história com o PdH, li um artigo bacana de um carinha de lá, e descobri que ele é cadeirante, e fui cavoucando vários posts bacanas (é, PdH também é cultura, hihi). Um dos posts, sobre cadeirantes que praticam esportes radicais, tipo paragliding e bungee jumpie. Tudo bem que o povo é meio doido, mas é ótimo ler histórias de superação.
Beijos!
Inspiradora!
Bruna e Roberta, fiquei muito emocionada com a história da Amy. Achei muito incrível mesmo.
Cecília, há bons textos lá. A própria Vanessa afirma isso no post, as pessoas é que não querem ler. E gosto muito de ver pessoas com limitações físicas fazendo esportes radicais, porque é quebrar totalmente os estereótipos, ainda mais no caso da Amy que é mulher.
YbFtVt Good point. I hadn’t thought about it quite that way.