7 pontos sobre Sex And The City 2.

#1. Carrie em 1986 é a filha perdida de Barbra Streisand.

#2. Paula Abdul e Jude Law não aparecem, mas rendem algumas das melhores piadas do filme.

#3. Carrie continua carregando todas as neuroses possíveis que uma mulher que passou a vida lendo revistas Nova é capaz de carregar. Charlotte está mais humana, apesar daquela cara de quem toma activia todos os dias. Samantha continua maravilhosa, escrachada e sempre com um conselho sábio. Seu escritório compete até com o de Mr. Big.  Miranda, que sempre foi minha preferida, está um pouco de lado no filme, mas tem boas cenas, especialmente quando conversa com Charlotte.

#4. A coisa mais bizarra que Carrie usa desta vez é uma marmita de alumínio gigante na cabeça.

Carrie Barbra Bradshaw Streisand
Carrie Barbra Bradshaw Streisand

#5. A moda, as cores, os vestidos, estão todos lá. Deliciosamente vaporosos, leves e confortáveis quando elas estão em Abu Dhabi. Os sapatos não foram tão focados, os vestidos longos são o grande atrativo para os olhos fashionistas.

#6. O filme está muito mais Girl Power! que o anterior. Especialmente nas cenas em que as quatro cantam I am Woman de Helen Reddy e, quando discutem sobre o preconceito da sociedade contra a mulher que tem voz. Há duas cenas especiais em que elas observam mulheres mulçumanas, como vivem, como comem, como são invisíveis para a sociedade, mas não para elas mesmas.

#7. Vi Liza Minelli cantando e dançando Single Ladies. Agora posso morrer em paz. E a trilha ainda tem (a versão fofa que CindyLauper fez para True Colors do Phil Collins) Cindy Lauper com True Colors. (João, avisou nos comentários que a música original é da Lauper).

Assistir Sex and the City para mim é como reencontrar velhas amigas. Então, minha opinião é a de quem acompanhou cada alegria e dor daquelas histórias e se identificou até com as roupas mais extravagantes. O filme continua cheio de consumismo, futilidades e piadas bobas, mas também fala sobre a importância da liberdade para mulheres, casamento e maternidade. Sex and the City 2 é mais do mesmo, mas para fãs é um ótimo motivo para celebrar a amizade. Na minha opinião esse segundo filme é melhor que o primeiro, porque o foco não é mais aquela grande questão se Carrie vai ou não casar com Big. Os conflitos sobre relacionamentos voltam à tona e mostram que é preciso muita versatilidade para se andar de salto alto na areia do deserto. Se quiserem continuar fazendo mais filmes da franquia, não serei contra. ;-)

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5 thoughts on “7 pontos sobre Sex And The City 2.

  1. “Charlotte está mais humana, apesar daquela cara de quem toma activia todos os dias.” hahaha adorei! ;)
    Tb gosto especialmente da Miranda!

  2. Será que eu vi o filme num dia “não bom”? EU estava super ansiosa, chateada mesmo porque não poderia vê-lo no primeiro dia ( estava trabalhando, 19 hs por dia!), mas hoje de manhã ( feriado, aqui) consegui. E fiquei desiludida. Esperava muito mais, principalmente depois do primeiro filme que achei genial.
    Achei algumas situações irrealistas demais, coisas sem sentido…sei lá.
    Vou atribuir ao cansaço, esperar uns dias e ver novamente.

  3. adorei o filme, e tb achei melhor do que o primeiro…

    mas a “versão fofa que cyndi lauper faz pra true colors do phill collins”, na verdade é a versão original, que aparece no album de 1986, e que nao tem nada a ver com phill collins

  4. na verdade o phill collins fez um cover da musica DOZE ANOS depois…

    mas enfim hehehe
    so pra avisar.

  5. Todas, todas, todas as vezes que eu assisto ao primeiro filme, choro no final, quando elas brindam “to the next 50′s” . É a melhor coisa de SATC, pra mim, a amizade entre elas.
    beijos
    (Vir aqui tb é, felizmente, reencontrar uma velha amiga. Saudades)